Text 31 May Nostálgico

Caramba! É engraçado como as coisas mudam, pessoas mudam, situações mudam. Hoje vi coisas que realmente mexeram comigo de forma positiva. Fotos. Exatamente. Você pode dizer: “ah, mas só isso!” E eu pergunto: Só isso? Se uma imagem vale mais que mil palavras, hoje eu escrevi um livro.

Cada nova foto era uma situação nova sendo imaginada na minha cabeça. Nas que eu tinha mais envolvimento, um pequeno filme passava e eu voltava exatamente naquele momento, com aquelas pessoas, a música, as conversas, as situações.

Que saudade!

As pessoas mudaram, engordaram ou emagreceram, sei la, casais se uniram e se separaram, as roupas mudaram. Mas o que não mudou foi a amizade e a essência de cada uma delas. Hoje voltei em um tempo em que aprendi, fiz, ganhei, perdi, chorei, e como chorei. Mudei, mas tenho certeza que eu não seria o mesmo se eu não tivesse vivido tudo isso. Acho que esse é aquele lance do ciclo infinito da vida. Tudo tem sua hora, tudo tem seu tempo, e é isso que faz tudo ser perfeito.

To pensando em tudo nesse momento. Minha cabeça tá uma montanha russa. Desde a oportunidade em que as portas foram abertas, até hoje. Quantas pessoas passaram na minha vida desde então e que privilégio eu tive de estar com cada uma delas. Com certeza foram elas que me fizeram ser que eu sou hoje e posso dizer com o peito aberto que esses são meus AMIGOS e eles eu vou levar pra vida.

Só tenho a agradecer! Agradecer muito! No meio de todas as reclamações mundanas e corriqueiras, só me resta agradecer. Isso faz todas elas ficarem pequenas. 

É incrível o que “apenas fotos” podem fazer. Em 1 hora, passei por 20 anos de uma história que eu tenho o maior orgulho em dizer que ajudei a construir também. Essa história também é minha. Poucas coisas na vida me dão essa alegria de poder dizer: esse é quem você é.

André “Spiga” Bastos

Text 24 May Bisturi

Era uma manhã normal de quarta feira. Acordei cedo, saí de casa antes das 7h e fui trabalhar. Até aí tudo normal. Então o que tinha de diferente? Eu! 

No rádio não tinha som, essa é a maior prova de que algo tinha acontecido. Sem cambalear de sono no volante como de habitual, minha cabeça ia a mil, no silêncio. Nem o barulho do trânsito me tirava das profundezas do meu pensamento, que aquela hora da manhã já ia longe.

Acho que repeti a pergunta: “por que?” mil vezes desde a noite anterior. Recebi uma notícia muito ruim. Não digo que é a pior porque sei que tem muita coisa pior na vida e eu agradeço por ser “só” isso. Pausa esse pensamento.

Você já quis muito uma coisa? Do tipo, se preparou pra ela, acordava pensando nela, dormia pensando nela e sua atmosfera girava em torno disso? É quase como um desejo. Pode ser uma blusa, um homem, uma mulher, um vestibular, não importa. Eu estava exatamente assim. No meu caso: Jogos MIX, ESPM, Voleibol. Tudo misturado. Comecei o ano focado nisso. Meu tempo no Volei da ESPM tá acabando (eu já to nos acréscimos na verdade) e o MIX era onde eu poderia entrar em quadra e realmente fazer alguma coisa efetiva para sermos campeões. Me preparei, to na melhor condição física dos últimos anos, treinei em quadra, fora de quadra, recebi elogios atrás de elogios e sim, eu tava preparado pra voar no MIX. Não importa quem viesse.

Eis que um um simples checkup médico mudou um pouco o rumo das coisas nesses próximos dias. A exatos 15 dias dos jogos, descobri uma hérnia. Não posso fazer muita força, não posso fazer movimentos de agachamento ou relacionados e o pior: não posso jogar volei. Pra resolver isso, só no bisturi. Tenho que operar.

Em 5 minutos, talvez menos, o tempo de uma frase, perdi o chão. Minha cabeça deu voltas, uma mistura de medo, com indignação, raiva e pcincipalmente impotência tomou conta de mim. Todos os treinos e todo o esforço agora não valem mais nada. Depois, ficou a tristeza. Sabe aquele sentimento de: eu poderia fazer? Me consumiu. Já fiquei triste, já fiquei puto, já fiquei tudo e agora, to conformado. Outro sentimento ridículo, a conformidade é uma merda.

Volto na questão do “nada acontece por acaso” mas sinceramente, nem eu consigo acreditar nisso agora. Talvez eu precise esperar pra ver, talvez eu nunca nem saiba. O fato é que é isso. Não tem o que fazer, opera e pronto. Infelizmente é assim que tem que ser. Se eu tivesse o total controle, a história seria outra, mas não tenho.

A única coisa agora é pensar “em que eu posso ser útil?” quem sabe eu não descubra outras coisas…

André “Spiga” Bastos

Text 14 May Ação e Reação

É engraçado como as coisas acontecem. Digo isso porque hoje meu dia começou de um jeito, e já se transformou em outro. Ontem já tinha sido estranho, mas deixa o ontem pro ontem. Eu quero falar de hoje!

Manhã chuvosa, segunda feira e eu de pé as 6h da manhã. 

Até ai tudo normal. Normal pela época do ano e normal por ser segunda feira. Acontece que eu já tava coma pulguinha atrás da orelha, com um feeling de que algo tinha dado errado e que era melhor aceitar ar circunstâncias, em outras palavras, ficar na minha. Mesmo. 

Se tem uma coisa que eu aprendi, principalmente nesse último ano é que ficar na sua é a melhor coisa que você pode fazer na maioria das ocasiões. Eis que de repente, aconteceu uma coisa um tanto quanto inusitada. Recebi uma boa notícia. Ok, até aí normal, mas essa notícia trouxe com ela tudo o que eu achei que tinha perdido. Não que eu tivesse realmente perdido alguma coisa, mas também não tinha ganhado nada.

Isso me fez pensar, e acho que eu já devo ter falado isso aqui, pelo menos pensei um milhão de vezes, que a vida é feita de fatores que você pode controlar e fatores que você não pode. A partir de hoje, vou apostar mais nos que eu não posso, que reações minhas ações vão ter, em que contexto. Fazer sem esperar algo em troca, até porque a expectativa ainda é a mãe da frustração, mas fazer e deixar me surpreender também, porque é isso que faz a vida não ser chata e quadrada. Imagina só se você soubesse tudo o que ia acontecer? A vida ia ser um saco!

Acredito que mais vale a frustração de não ter conseguido, do que a incerteza de não ter tentado.

Bom, injeção de adrenalina feita. De volta ao 220V!

André “Spiga” Bastos 

Text 7 May Mãe

Realmente faz bastaaaante tempo que não dou as caras por aqui. Não sei se antes a vida tava indo bem demais pra escrever ou se sobrou tempo de menos ou ainda se eu não parava pra pensar em algumas coisas.

Fato é que não tive vontade, e se tem uma coisa que é minha regra aqui é: Só apareça se tiver vontade. Eis que ela veio.

Algumas coisas mudaram com a chegada do ano novo: desemprego, emprego novo de novo, projetos, mas o mais importante: experiência. Não no sentido de “Ei agora eu sou maduro e experiente, não cometo erros”. Não é isso, mas é interessante perceber que com o passar dos meses, nem precisam ser anos, a cabeça vai mudando, as situações, por mais que parecidas, tem detalhes que fazem toda a diferença. Enfim, não foi pra falar disso que eu vim pra cá.

No trabalho novo, falo pra mais ou menos 630.000 pessoas no Facebook. É uma fan page de uma grande empresa cuja temática é basicamente Olimpíadas, mas com enfoque nas mães. O mais legal é que estar em contato com essas pessoas, ler seus comentários, responder suas mensagens, me faz pensar em duas coisas: como o Brasil é grande e quanto significado tem uma palavra tão pequena.

MÃE. palavra monossilábica, talvez a primeira palavra de muita gente. É incrível pensar que a gente fala isso antes mesmo de ser gente. Caraca, se tem uma pessoa que realmente esteve lá é nossa mãe. Naquele primeiro passinho, filmado ou não, até a escola, a faculdade, o trabalho, os períodos difíceis, as realizações pessoais. Tudo. Se tem uma pessoa no universo que vai estar lá pra vc é a sua mãe. Pode ser sua avó também já que ela é mãe duas vezes. Isso faz muito sentido pra mim, talvez pela estrutura familiar que eu tenho e sempre tive. Cada um tem sua verdade quanto a isso.

Mas pra mim, independentemente se está perto, longe, viajou, ou até se foi, mãe é mãe e instintivamente sabe. Sabe se vc tá bem com apenas um olhar distraído, sabe se vc precisa de alguma coisa. Sabe tudo, parece um sexto sentido indescritível, não sei como, mas ela sabe. Ela sempre sabe.

Penso nas pessoas que passam dias, meses ou até anos brigados com as mães. Esquece isso. A vida é muito longa pra certas coisas, é verdade, mas ao mesmo tempo, é extremamente curta pra outras e essa é uma delas. Nesse mar de homenagens à mães de pessoas que eu nem conheço, fiquei com vontade de falar da minha, de dizer obrigado, mãe. Não precisa ter um motivo, ela sabe!

Pra vc que ainda não fez, faz uma força. É uma sensação inexplicável. Não vai perder esse tempo precioso na vida. 

Não vou me estender mais. É isso. 

A inspiração tá voltando. Quem sabe eu mesmo apareça mais por aqui.

André “Spiga” Bastos

Text 16 Nov 1 note Rascunho

É no papel que faço meus rascunhos. As vezes em uma folha em branco, as vezes não. As vezes em um caderno pautado, as vezes não. Não importa. O rascunho me ajuda a organizar as idéias, é onde me sinto livre, sem impedimentos nem filtros e muito menos julgamentos.

Aqui sei que posso errar. É muito simples: uma passada de borracha ou um risco com a caneta e pronto, proxima linha, proxima idéia, próxima frase.

O que isso tem a ver com a vida? Talvez nada. Não precisa ter.

Eu sempre digo que a história da vida é escrita com caneta de tinta permanente. Não dá pra apagar, não existe um ctrl+Z pra salvar um backspace a mais. Talvez dê pra consertar as coisas, mas nem isso consegue apagar o que passou. 

Essa é a vantagem do rascunho. Não podemos viver nele, mas certamente ele está lá pra permitir nossos erros e sempre dará outra chance, caso algo dê errado. Difícil pé achar pessoas assim, com essa capacidade de perdoar, e dar tantas chances quantas forem necessárias. Chego a acreditar que só nossos pais têm essa capacidade, mas penso que podemos ir além disso.

Não sei se seria justo eu me definir como um rascunho. Certamente só estou pensando no lado bom de sê-lo, mas também tem o lado de que o rascunho é totalmente dispensável e descartável também. Acho até ousado compará-lo a pessoas, elas não foram feitas para serem descartáveis. Pelo menos não deveriam.

De qualquer forma, eu sempre guardo meus rascunhos. Não posso jogar fora o espaço em que eu sou eu mesmo na mais pura essência. Sem filtros, sem impedimentos, sem julgamentos. Apenas eu.

André “Spiga” Bastos

Text 29 Sep Encontro inusitado

Faz tempo que não escrevo. (o post de hj foi o de 2 semanas atras) Não sei se por falta de tempo ou até mesmo vontade. Talvez não tivesse nada bom pra falar nesse mês que fiquei sem escrever e não me preocupo com isso.

O fato é que ontem aconteceu uma coisa inusitada, que me fez pensar, e cá estou eu aqui pensando e pensando…

Fui no show da Ke$ha aqui em São Paulo. Confesso que não sou fã e só fui porque ganhei um convite, mas não importa como eu cheguei lá, e sim o fato de eu estar lá (eu poderia vender os ingressos, certo?). Em um dado momento, antes do show, fui pegar uma breja no bar e quando voltava para a pista passei por uma sombra de um cara bem grande, de braços cruzados. Olhei para trás e vi Derek Green, o vocalista do Sepultura. Acho que todo mundo sabe que o Sepultura é uma das bandas de metal mais respeitadas, nacional e internacionalmente, e muito malvada! haha. Eu particularmente curto bastante!

Fiquei empolgado e fui falar com ele. Perguntei diversas coisas do tipo, como foi o Rock in Rio, como foi a parceria com o Tambours du Bronx e uma ou outra coisinha. No final das respostas fiz um brinde com ele, cumprimentei-o e fui embora (deve ser um saco ficar conversando com gente que vc nao conhece, e o cara foi muuito gente fina de ter falado comigo). A pergunta que faltou foi: “o que vc tá fazendo aqui?”. O que será que um metaleiro grande e com uma imagem de malvado foi fazer no show da Ke$ha?

A resposta, eu nunca vou saber. Talvez em uma outra oportunidade. Mas isso me deu uma margem para pelo menos imaginar, e com isso me inspirar. Acredito que como músico, ele foi ver um show diferente, absorver ideias novas. (com certeza ele não estava ali para xingar ou algo do tipo, o que também não impede de ele ter achado o show ruim, mas isso é uma opinião pessoal). 

Acho que o simples fato de ele estar ali, parado e tomando uma breja, pode ensinar muito. Nos ensinar a sermos mais abertos a novas experiências, que o diferente pode ser bom e o desconhecido ainda melhor. Esse show também foi uma experência diferente pra mim, e acredito que o fato de eu estar aberto a novas experiências me proporcionou um encontro com um ícone da música nacional e me fez abrir os olhos para o novo, o diferente. Seja ele qual for, por que por mais que seja ruim, acredito que essas coisas engrandecem a alma.

Se tenho uma lição a tirar de tudo isso, seria: vá em todos os lugares que puder, conheça tudo que puder e sempre esteja aberto à novas experiências porque você nunca sabe o que vai encontrar.

André “Spiga” Bastos

Text 29 Sep 1 note Onde me sinto mais vivo

Mesmo com todos me olhando, me sinto à vontade aqui. É como um mundo mágico onde não importa se sou bonito, feio, alto ou baixo. Dizem que todos são bonitos aqui em cima. Olho para todos os cantos, observo pessoas. As vezes não as vejo, ou pelo menos não consigo reconhecer seus rostos, apenas silhuetas, sombras que se perdem na multidão.

É aqui em cima, no palco, onde me sinto grande, no topo do mundo, mesmo apenas tendo uma pessoa na platéia. É o lugar que me sinto livre e não me importo com o pensamento de outras pessoas, porque lá de cima eu sou mais eu, mesmo sabendo que não sou o melhor e estou longe de ser.

Toco e me divirto, como não me divirto em nenhum lugar. Nada é igual a adrenalina de minutos antes de um show, nada é tão divertido como olhar para o lado e encontrar seus amigos se divertindo tanto quanto você, e junto com você. Nada é igual ao palco. É impossível explicar, é o que me faz sentir vivo.

André “Spiga” Bastos

(16/9/2011)

Text 24 Aug Calmaria

Há alguns dias atrás eu me encontrava perdido. Aliás, nem me encontrava, me segurava em qualquer galho que pudesse me salvar de não ser levado pela tempestade. Tempestade essa que só eu conseguia ver, porque ela de fato não existia.

Fiquei triste, fiquei confuso, fiquei puto. Mas de alguma forma, e eu juro que não sei explicar como, isso passou. Enfim chegou a tão esperada calmaria aqui dentro do meu peito. É impossível explicar essa sensação. Simplesmente assimilei o fato de que algumas coisas não vão mudar. Sentimentos não mudam, eles apenas se transformam e por que não pensar que eles possam se transformar em algo melhor? Por que a palavra mudar ou diferente é sempre encarada como algo ruim? Não precisa ser assim!

É hora de deixar o tempo cumprir seu papel, e nisso eu não tenho como mexer, a única coisa que me resta é me deixar levar e permitir que ele também me leve. Tem uma frase em uma música do Rodox (sim, aquele mesmo que foi do Raimundos…a história todo mundo conhece) que diz assim: “o tempo vem se você deixa vir”. Acredito que seja hora de pensar um pouco mais nisso e deixar esse tempo vir.

Enquanto isso espero que essa calmaria nunca acabe, e se acabar, que venha outra tempestade pior ainda do que essa, pra que eu possa sair cada vez mais forte desses períodos difíceis.

André “Spiga” Bastos

Text 22 Aug 1 note Reflexão

Nesses dias sinto tudo muito estranho. É meio como se as coisas estivessem passando rápido demais e não me sobra tempo. Será que o mundo tá girando mais rápido?

Complicado. Meus sentimentos andam muito misturados. A sensação do bem e mal, perder e ganhar bate e volta muitas vezes. Más e boas notícias vêm em uma velocidade incrível, quase que imperceptível aos meus olhos. E olha que não posso reclamar, porque ultimamente tenho recebido notícias boas em uma quantidade muito maior do que as outras.

Me sinto perdido. Meio jogado no tempo e no espaço. Vejo que muitas coisas estão dando certo pra muitas pessoas queridas e isso me deixa contente. Algumas outras não estão tão bem quanto eu gostaria, mas a gente sempre pode usar as adversidades para uma boa reflexão, com esta aqui.

Nessa maré de acontecimentos vou me arrastando por aí, tentando achar alguma coisa em que me agarrar até tudo se acalmar. Com calma as coisas se ajeitam. O importante é focar em uma de cada vez, fazer tudo com capricho pra que não falte nada. Minha atenção, que já não é lá aquelas coisas tá pior ainda esses dias. É melhor tomar cuidado, fazer com calma, pensar, pensar, pensar e refletir sobre tudo. Absorver todas as informações, assim como uma esponja absorve a água e o sabão. Quem sabe esse não seja um momento em que eu possa tirar alguma coisa positiva. Sempre tem, basta só encontrá-las perdidas por aí…

André “Spiga” Bastos

Text 15 Aug 1 note Dia de que?

Hoje é o dia dos solteiros. Nada mais justo ter um dia desses, não é mesmo? Afinal de contas, temos o dia dos namorados.

Mas até aí, qual é o ponto?

Vi alguns comentários de algumas pessoas (inclusive foi assim que eu descobri!) dizendo o quanto era bom ser solteiro e enaltecendo o quanto era bom pertencer a esse estado civil.

Mas eu discordo. Discordo de tudo isso. E ainda arrisco dizer que quem realmente gosta de ser solteiro, nunca amou de verdade. É claro que existem milhares de motivos para gostar de ser solteiro: um coração partido, uma frustração, um amor não correspondido, sei la, mas acho que se esconder atrás do estado civil “solteiro” é uma forma de demonstrar medo, e nesse caso, medo de se entregar, medo de se machucar. Já parou pra pensar quantas oportunidades a gente perde na vida por um simples medo?

Quem já experimentou amar, na simples condição da palavra, pura e simplesmente amar, sabe do que eu estou falando. Quando você encontra uma pessoa que faz seu dia ser mais colorido e todas as coisas fazerem sentido, por mais banais que elas sejam, faz tudo valer a pena, e tudo fica natural: aquela satisfação que algumas pessoas acham chato dar, uma mensagem fora de hora, uma ligação pra um simples bom dia ou boa noite. Acho que é assim que deve ser, natural, porque se não for assim, não vale a pena.

Não vou ficar passando a vida inteira procurando por um amor, mas também não vou ficar me escondendo dele, porque até hoje eu nunca experimentei nada tão intenso quanto amar e espero ter o privilégio de poder sentir isso de novo, muitas e muitas vezes…

André “Spiga” Bastos


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